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O que fazer em Criciúma: pontos turísticos, passeios e lazer — imóveis na planta em Criciúma

O que fazer em Criciúma: pontos turísticos, passeios e lazer

Quem quer saber o que fazer em Criciúma encontra um roteiro que une memória da mineração, praças vivas, parques arborizados, cultura, compras e praia a poucos minutos. Os destaques são a Praça Nereu Ramos e o calçadão no coração do Centro, a Praça da Chaminé com seu monumento à era do carvão, a Mina de Visitação Octávio Fontana, o Parque das Nações Cincinato Naspolini, o Parque Centenário com o Teatro Elias Angeloni e os grandes shoppings da cidade.

Como bônus, o litoral sul fica perto: o Balneário Rincão está a cerca de 30 km, transformando o banho de mar em um bate e volta simples. Para quem pensa em morar na Região Carbonífera, essa variedade de lazer no dia a dia pesa tanto quanto a planta do imóvel.

Resposta rápida

Entre os mais procurados estão a Praça Nereu Ramos e o calçadão no Centro, a Catedral São José, a Praça da Chaminé, a Mina de Visitação Octávio Fontana, o Parque das Nações Cincinato Naspolini e o Parque Centenário, onde fica o Teatro Elias Angeloni. Eles combinam história da mineração, cultura, lazer ao ar livre e memória da imigração.

Roteiro rápido: o que ver em Criciúma

Antes de detalhar cada ponto, vale uma visão geral para organizar o passeio. Criciúma é uma cidade de porte médio, com cerca de 215 mil habitantes, e suas principais atrações se concentram em três eixos fáceis de combinar em um fim de semana: o Centro histórico em torno da Praça Nereu Ramos, o corredor de lazer e memória da Avenida Centenário, onde estão a Praça da Chaminé e o Parque das Nações, e o polo cultural do Parque Centenário, no bairro São Luiz. A partir desse miolo urbano, as praias do litoral sul ficam a uma curta viagem de carro.

Em termos práticos, dá para conhecer o essencial em um único dia bem aproveitado, ou distribuir os passeios em um fim de semana relaxado, com tempo para a mesa e para a praia. A resposta para o que fazer em Criciúma muda conforme o perfil do grupo: famílias com crianças priorizam parques e a mina de visitação, casais costumam misturar Centro, teatro e gastronomia, e quem ama esporte não dispensa um jogo do Tigre. A tabela a seguir resume as atrações por tipo de interesse, útil para montar o seu roteiro conforme o tempo disponível e o perfil do grupo.

Atrações de Criciúma por tipo de interesse
Tipo de passeio Atrações principais Bom para
Histórico e cultural Praça Nereu Ramos, Catedral São José, Praça da Chaminé, Mina de Visitação Octávio Fontana Conhecer a memória do carvão e a imigração
Parques e ar livre Parque das Nações Cincinato Naspolini, Parque Centenário Famílias, caminhada, esporte e crianças
Cultura e espetáculos Teatro Elias Angeloni, Centro Cultural Santos Guglielmi, Casa da Cultura Teatro, música, coral e eventos
Compras e gastronomia Criciúma Shopping, Nações Shopping, Shopping Della, calçadão do Centro Compras, praça de alimentação e lazer coberto
Praia e bate e volta Balneário Rincão e o litoral sul catarinense Banho de mar, verão e fim de semana

O Centro histórico e a Praça Nereu Ramos

O melhor ponto de partida é o coração da cidade. A Praça Nereu Ramos, fundada em 15 de dezembro de 1931, é a principal praça de Criciúma e o ponto de origem do município. Fica no Centro e concentra o calçadão, lojas, comércio e a Catedral São José. É ali que o criciumense se encontra para descansar, conversar e relembrar histórias, num clima de cidade que mantém o convívio de rua bem vivo. Quem chega pela primeira vez percebe rápido que a praça funciona como sala de visitas da cidade, onde os principais acontecimentos cívicos e populares acabam desaguando.

Aos sábados pela manhã acontece o Brique do Calçadão, feira em que artistas e artesãos expõem e vendem suas peças. É um bom momento para sentir o ritmo local, garimpar artesanato e tomar um café enquanto se observa o vaivém do Centro. A poucos passos, a Catedral São José guarda parte da história religiosa da cidade: sua construção começou em 1907 e a igreja foi inaugurada em 1917, com ampliações ao longo das décadas seguintes. A fachada e o entorno rendem boas fotos e ajudam a entender a formação do núcleo urbano, marcado pela presença dos imigrantes italianos que chegaram a partir de 1880.

Compras e vida urbana no calçadão

O Centro também é referência de compras. Por ali está o Shopping Della, o antigo Della Giustina, inaugurado em 1984 e lembrado como pioneiro do segmento no sul do estado. Misturado ao comércio de rua, ele faz do entorno da Praça Nereu Ramos um destino de dia inteiro para quem gosta de unir passeio, lojas e gastronomia. Para aprofundar a parte de mesa e sabores, com a forte herança italiana da região, vale conferir o nosso guia de gastronomia em Criciúma, que reúne dicas de cantinas, cafés e doces típicos.

Como planejar a visita: o roteiro pelo método 5W2H

Para transformar a lista de atrações em um programa real, ajuda responder às perguntas básicas de planejamento. Esta seção aplica o framework 5W2H ao roteiro de Criciúma, do porquê visitar até quanto reservar de tempo e dinheiro, em blocos que podem ser lidos de forma independente.

Por que e para quem vale o passeio

O motivo central para incluir Criciúma no mapa é a soma rara de história industrial viva, parques de grande porte, agenda cultural ativa e praia a poucos quilômetros. É um destino que agrada a públicos diferentes: casais em busca de cultura e gastronomia, famílias com crianças que se encantam com a mina de visitação e os playgrounds, e visitantes interessados em entender a formação econômica do extremo sul catarinense. Quem cogita se mudar também usa o passeio como teste de qualidade de vida, sentindo na prática o cotidiano da cidade.

Quando ir e quanto tempo reservar

A cidade recebe bem o visitante o ano inteiro, mas há nuances. O verão favorece o bate e volta à praia do Balneário Rincão, enquanto o outono e a primavera oferecem clima ameno para caminhar pelos parques e pelo Centro. Sábado de manhã é o melhor momento para pegar o Brique do Calçadão em funcionamento. Em termos de tempo, um dia cobre o essencial do miolo urbano, dois dias permitem encaixar teatro, gastronomia e praia sem pressa.

De carro pela Avenida Centenário

O modo mais confortável de circular é de automóvel, já que as principais atrações se alinham ao longo da Avenida Centenário e dos bairros centrais. Quem chega de outras cidades costuma usar a BR-101 como eixo de acesso e, de lá, alcança rapidamente o Centro, a Próspera e o bairro São Luiz. O carro também facilita o trajeto até o litoral, sem depender de horários rígidos de transporte.

Estacionamento e logística no Centro

No entorno da Praça Nereu Ramos há estacionamentos rotativos e privados, além das vagas do próprio Shopping Della. A dica é concentrar as paradas a pé depois de estacionar, já que o calçadão, a Catedral São José e o comércio de rua ficam todos a curta distância, o que reduz deslocamentos e aproveita melhor o dia.

Dica para o sábado de Brique

Nos sábados pela manhã, quando o Brique do Calçadão atrai mais gente, vale chegar cedo para encontrar vaga com folga e percorrer as bancas de artesanato antes do pico de movimento. Combinar a feira com um café no Centro rende um começo de dia tranquilo e bem local, ideal para sentir o ritmo da cidade antes de seguir para os parques.

A tabela abaixo resume o método aplicado ao roteiro, servindo como um mapa rápido de decisão para quem está montando a viagem.

Planejamento da visita a Criciúma pelo método 5W2H
Pergunta Aplicação ao roteiro de Criciúma
Por que (Why) Unir memória do carvão, parques, cultura e praia perto em um só destino
O que (What) Praça Nereu Ramos, Praça da Chaminé, Mina Octávio Fontana, parques e shoppings
Onde (Where) Centro, Avenida Centenário no bairro Próspera e Parque Centenário no São Luiz
Quando (When) Ano todo, com verão para a praia e sábado de manhã para o Brique
Quem (Who) Famílias, casais, fãs de história industrial e futuros moradores
Como (How) De carro pela Avenida Centenário, com paradas a pé no Centro
Quanto (How much) De um a dois dias, com praças e parques gratuitos e ingressos pontuais

A memória da mineração: Praça da Chaminé e Mina de Visitação

Criciúma nasceu economicamente do carvão mineral, e parte do que há de mais autêntico para fazer na cidade é justamente conhecer essa herança. Dois pontos contam essa história de forma marcante e ficam próximos um do outro, ao longo da Avenida Centenário, o que permite visitá-los na mesma saída.

Praça da Chaminé

A Praça da Chaminé foi inaugurada em 1984 e está na Avenida Centenário, no bairro Próspera, vizinha ao Parque das Nações. O lugar onde hoje ela se ergue foi, nos anos 1930, um lago que acabou aterrado para a construção de uma usina elétrica da Sociedade Carbonífera Próspera. Restaram como símbolos o monumento da chaminé e um locomóvel centenário, a máquina a vapor que gerava energia para a mina. Ambos foram alvo de ações de revitalização e preservação pela prefeitura, justamente por traduzirem o início da industrialização da cidade. É uma parada curta, mas carregada de significado para quem quer entender por que Criciúma é chamada de capital do carvão.

Mina de Visitação Octávio Fontana

O passeio mais singular da cidade é a Mina de Visitação Octávio Fontana, aberta em 2011 e apontada como a única mina de carvão aberta para visitação no Brasil. O nome homenageia o mineiro Octávio Fontana, que trabalhou na antiga Mina São Simão. A visita é feita em grupos, a bordo de uma mini locomotiva que circula por dentro da mina ao longo de um trecho de cerca de 300 metros. Pelo caminho, oito estações reconstituem a história do carvão, mostram as camadas do minério nas paredes, os locais de trabalho dos mineiros e as ferramentas usadas na época. É uma experiência educativa e imersiva, especialmente recomendada para quem viaja com crianças e adolescentes ou tem interesse por história industrial.

Para quem mora na região, esses espaços não são apenas atração turística: são parte da identidade local. Entender essa trajetória, do subsolo à reconversão econômica, é um dos temas centrais do nosso guia completo de Criciúma, que costura história, economia e turismo da cidade.

Parques e lazer ao ar livre

Criciúma é generosa em espaços verdes, e os parques estão entre os programas mais procurados por famílias, esportistas e quem busca um fim de tarde tranquilo. Dois deles concentram a maior parte do movimento e funcionam como âncoras de lazer gratuito durante todo o ano.

Parque das Nações Cincinato Naspolini

O Parque das Nações Cincinato Naspolini foi inaugurado em 2011 e é descrito como o maior espaço de lazer ao ar livre de Santa Catarina. A homenagem é às etnias que colonizaram a cidade, entre italianos, poloneses, alemães, portugueses e árabes, e a estrutura acompanha esse porte: há ampla área para esporte, ciclovia, quadras de vôlei e basquete, pista de skate e playgrounds para as crianças. É o tipo de lugar para passar a manhã inteira, levar a bicicleta, fazer uma caminhada ou simplesmente sentar na sombra. Por ficar ao lado da Praça da Chaminé, combina muito bem com a visita ao patrimônio da mineração no mesmo trajeto da Avenida Centenário.

Parque Centenário e o polo cultural

No bairro São Luiz, o Parque Centenário reúne natureza e cultura. Ali está o Centro Cultural Santos Guglielmi, que abriga o Teatro Elias Angeloni, a maior casa de espetáculos do sul catarinense, com capacidade para 728 pessoas. Inaugurado em 1983, o teatro recebe peças, shows, festivais de dança, congressos, formaturas e apresentações de coral, incluindo o tradicional Festival Internacional de Coral de Criciúma. Vale consultar a programação antes da viagem para encaixar um espetáculo no roteiro. O conjunto faz do parque um ponto de encontro entre o lazer ao ar livre e a agenda cultural da cidade.

Cultura, eventos e calendário

A vida cultural de Criciúma não se resume aos equipamentos físicos. A cidade mantém uma agenda viva ao longo do ano, com destaque para as celebrações que reverenciam a diversidade de imigrantes que a formaram, como a tradicional Festa das Etnias. Além do Teatro Elias Angeloni, espaços como a Casa da Cultura ampliam a oferta de exposições, oficinas e apresentações. Planejar a visita em torno de uma data especial, com festas, feiras e celebrações típicas, aumenta o aproveitamento do passeio e revela um lado mais participativo da cidade, em que o visitante se mistura à comunidade.

O Tigre e a paixão pelo futebol

Quem gosta de esporte tem em Criciúma um capítulo à parte. O Criciúma Esporte Clube, o Tigre, é um dos grandes símbolos da cidade e move multidões em dia de jogo. Assistir a uma partida no estádio é um programa cultural por si só, que revela o orgulho e a identidade do torcedor local. A camisa amarela e preta atravessa gerações e aparece nas conversas de rua, nas vitrines e nas paredes da cidade, mostrando como o futebol está entrelaçado ao cotidiano criciumense.

Compras: shoppings e comércio forte

Como principal polo de comércio do extremo sul catarinense, Criciúma é também um destino de compras para moradores de dezenas de municípios vizinhos. Em dias de chuva ou de calor intenso, os shoppings funcionam como ótima alternativa de lazer coberto, com cinema, praça de alimentação e lojas variadas. O Criciúma Shopping e o Nações Shopping, este último na Avenida Jorge Elias de Lucca, estão entre os mais movimentados, somados ao já citado Shopping Della, no Centro. A força do varejo e da confecção, com o conhecido polo de jeans e malhas, faz das compras um atrativo concreto da cidade, e não apenas um detalhe de apoio ao turismo. Vale reservar uma parte do roteiro para garimpar preços na produção têxtil local, um diferencial que poucos polos do sul oferecem.

Bate e volta: as praias do litoral sul

Uma das grandes vantagens de Criciúma é estar perto do mar sem ser uma cidade litorânea, o que reúne o melhor dos dois mundos: estrutura urbana de polo regional no dia a dia e praia ao alcance no fim de semana. O destino mais imediato é o Balneário Rincão, a cerca de 30 km da cidade, viagem curta que torna o banho de mar um simples bate e volta.

Emancipado em 2003, o Balneário Rincão tem cerca de 13 quilômetros de orla e um conjunto de lagoas no entorno, paisagem que agrada tanto a quem busca o mar aberto quanto a quem prefere águas mais calmas. No verão, a cidade multiplica sua população e ferve de movimento, recebendo visitantes de toda a Região Carbonífera. Para quem quer estender o passeio, o litoral sul catarinense oferece outras paradas conhecidas, e mais ao norte, já em Laguna, está o icônico Farol de Santa Marta, construído pelos franceses em 1891, ótima opção para um programa de dia inteiro com vista para o oceano.

A tabela abaixo organiza algumas opções de bate e volta a partir de Criciúma, com a distância aproximada e o principal atrativo de cada destino.

Opções de bate e volta a partir de Criciúma
Destino Distância aproximada Principal atrativo
Balneário Rincão 25 km Praia, orla extensa e lagoas no litoral sul
Nova Veneza 18 a 25 km Herança italiana e gastronomia típica
Cocal do Sul 12 a 18 km Cidade da indústria cerâmica e natureza
Araranguá 30 a 40 km Porta de entrada para praias do extremo sul
Laguna (Farol de Santa Marta) Cerca de 90 km Farol histórico e praias selvagens

Sabores da região e tradição italiana

Nenhum roteiro de lazer está completo sem a mesa, e em Criciúma e arredores ela tem sotaque italiano. A vizinha Nova Veneza é reconhecida pela gastronomia e pela ambientação que remete à Itália, e funciona muito bem como complemento de um passeio gastronômico saindo da capital do carvão. Na própria Criciúma, cantinas, cafeterias e confeitarias mantêm vivas as receitas trazidas pelos imigrantes, dos massas e polentas aos doces de origem europeia. Quem quer transformar a viagem em uma experiência de sabores tem na cidade um ponto de partida natural, com opções para almoços demorados e cafés da tarde tranquilos entre uma atração e outra.

Quando o lazer vira motivo para morar

Visitar Criciúma costuma despertar uma pergunta natural em muita gente: e se eu morasse aqui? A combinação de parques, cultura, compras, esporte e praia perto explica por que tantas famílias escolhem a cidade não só para passear, mas para viver. Esse pacote de qualidade de vida no cotidiano é um dos fatores que sustentam a procura por moradia na Região Carbonífera. Para entender bairros, custo de vida e rotina, o nosso guia completo sobre morar em Criciúma reúne o que é preciso saber antes de tomar a decisão.

Para quem já cogita dar esse passo, a proximidade das atrações conta no momento de escolher o endereço. Bairros como o Centro, vizinho da Praça Nereu Ramos e do calçadão, a Próspera, ao lado da Praça da Chaminé e do Parque das Nações, e o São Luiz, onde fica o Parque Centenário, oferecem lazer literalmente ao alcance dos pés. Vale comparar regiões e conhecer a oferta de imóveis na planta em Criciúma mais próximos dos pontos que você mais gostou de visitar.

Perguntas frequentes sobre o que fazer em Criciúma

Quais são os principais pontos turísticos de Criciúma?

Entre os mais procurados estão a Praça Nereu Ramos e o calçadão no Centro, a Catedral São José, a Praça da Chaminé, a Mina de Visitação Octávio Fontana, o Parque das Nações Cincinato Naspolini e o Parque Centenário, onde fica o Teatro Elias Angeloni. Eles combinam história da mineração, cultura, lazer ao ar livre e memória da imigração.

O que é a Mina de Visitação Octávio Fontana?

É uma mina de carvão aberta para visitação, inaugurada em 2011 e apontada como a única do tipo no Brasil. O passeio é feito em grupos, a bordo de uma mini locomotiva que percorre cerca de 300 metros por dentro da mina, com oito estações que contam a história do carvão e do trabalho dos mineiros em Criciúma.

O que é a Praça da Chaminé e o que ela representa?

Inaugurada em 1984, na Avenida Centenário, no bairro Próspera, a Praça da Chaminé preserva o monumento da chaminé e um locomóvel centenário, ligados à antiga Sociedade Carbonífera Próspera. O conjunto simboliza o início da industrialização da cidade e ajuda a entender por que Criciúma é conhecida como capital do carvão.

Quais parques visitar em Criciúma com a família?

O Parque das Nações Cincinato Naspolini, de 2011, é o maior espaço de lazer ao ar livre do estado, com ciclovia, quadras, pista de skate e playgrounds. O Parque Centenário, no bairro São Luiz, une área verde e cultura, já que abriga o Centro Cultural Santos Guglielmi e o Teatro Elias Angeloni. Ambos são ótimos para passar o dia com crianças.

Dá para ir à praia em um dia saindo de Criciúma?

Sim. O Balneário Rincão fica a cerca de 30 km da cidade, o que torna o banho de mar um bate e volta tranquilo. A praia tem orla extensa e lagoas no entorno, e fica bastante movimentada no verão. Para um passeio mais longo, é possível seguir até Laguna e conhecer o Farol de Santa Marta.

Onde fazer compras e curtir lazer coberto em Criciúma?

A cidade é polo de comércio do extremo sul e tem opções como o Criciúma Shopping, o Nações Shopping e o Shopping Della, no Centro. Em dias de chuva ou calor intenso, eles funcionam como alternativa de lazer com cinema, praça de alimentação e lojas, somados ao forte comércio de rua e ao polo de confecção da cidade.

Vale a pena conhecer a cena cultural da cidade?

Sim. O Teatro Elias Angeloni, inaugurado em 1983 no Parque Centenário, é a maior casa de espetáculos do sul catarinense, com 728 lugares, e recebe peças, shows, festivais e o Festival Internacional de Coral. A cidade também mantém celebrações que valorizam a diversidade de etnias, como a Festa das Etnias, e vale consultar a programação antes de viajar.

Criciúma surpreende quem chega e conquista quem fica

De praça em praça, da mina histórica aos parques arborizados, do teatro aos shoppings e da capital do carvão até a beira-mar do Balneário Rincão, Criciúma oferece muito mais do que um passeio de fim de semana. A cidade entrega lazer com identidade, ancorado na memória da mineração e na herança dos imigrantes, e ainda coloca a praia a poucos quilômetros de distância. É esse equilíbrio entre cultura, conveniência urbana e natureza que faz tanta gente trocar a visita pela mudança definitiva. Se a experiência despertou a vontade de ter tudo isso por perto no dia a dia, conheça os lançamentos imobiliários em Criciúma e descubra em qual bairro o seu próximo capítulo na Região Carbonífera pode começar.